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Continuo sobrevivendo depois de sair do Facebook!

Camila Rinaldi
25

A ideia de encerrar minha conta no Facebook surgiu depois de uma discussão entre amigos, onde um deles estava reclamando de convites coletivos feitos utilizando apenas a plataforma como única forma de comunicação. Em dado momento, enquanto sofria uma espécie de bullying pelos demais membros do debate, meu amigo disse: “então quer dizer que se eu não estiver no Facebook, eu não serei convidado para a festa de aniversário de um amigo?”. Esta frase me fez questionar a minha relação com as pessoas ao meu redor, porém, ainda não foi suficiente para me motivar a sair do Facebook. O catalisador que me levou a isso, foi a observação da grande maioria dos usuários da rede social que ficavam surpresos com o meu plano de passar um tempo sem acessar a rede social: “você tem coragem, eu não conseguiria viver sem o Facebook!”. Pois bem, pessoal, isso é possível, continuo sobrevivendo depois de sair do Facebook!

Assim, às 10h50min, do dia 13 de dezembro de 2012, encerrei minha conta no Facebook. Sim, a última frase é para ser dramática mesmo, já que para a maioria das pessoas este ato pode representar a morte social de um indivíduo. O que não durou por muito tempo, pois duas horas depois de sair, minha conta foi reativada porque acessei o Spotify e o meu login estava atrelado à minha conta do Facebook... e isso foi só o princípio daquilo que passei a entender sobre a plataforma depois de sair.

O seu mundo gira em torno do Facebook

Logo depois de fazer o download das minhas informações na plataforma, preencher um relatório sobre os motivos pelos quais estava saindo - porque entrar é fácil, difícil mesmo é sair! - consegui obter sucesso. Recebi, então, um e-mail informando que minha conta foi encerrada, mas que meus dados estavam armazenados, bem como a URL do meu perfil, para o caso de eu retornar à plataforma no futuro - a equipe de Mark Zuckerberg é realmente prestativa - e, assim, começou o meu inferno.

Até sair do Facebook não tinha me dado conta de que o mundo realmente gira em torno dele, por um motivo simples, a praticidade! A equipe do Facebook enviou um e-mail me informando sobre os demais serviços online que estavam atrelados ao meu perfil na plataforma, como o SoundCloud, o Spotify e o meu cadastro em multiplataformas de conteúdo. Em resumo, tive que me recadastrar no SoundCloud, por exemplo, e por um motivo que não consigo entender até agora, perdi grande parte dos dados da minha conta, como pessoas que seguia, comentários e o caos se instaurou de tal forma, que fui obrigada a fazer um novo cadastro. Ponto negativo para o SoundCloud, neste sentido.

Aliás, outro serviço que também deixou a desejar foi o Spotify, perdi todas as minhas listas, pois tive que fazer um novo cadastro, agora com uma conta de e-mail. Porém, o que me deixa mais chateada é o fato de que por não possuir uma conta no Facebook, não posso ter acesso às informações de outros usuários da plataforma e, consequentemente, meu universo de referências musicais se resume a apenas um indivíduo, eu! Isto quase me fez acreditar na mensagem de alerta que aparece na tela apartir do momento em que você clica em "Sair do Facebook":

Tem certeza de que você deseja desativar sua conta?...

... 787 de seus amigos NÃO poderão mais manter contato com você.

Ou seja, se você também opta pela praticidade na hora de se cadastrar em outros serviços online, como eu fazia, tenha em mente que isso pode trazer problemas no futuro. Além do que expõe seu comportamento enquanto consumidor de uma forma nada saudável.

O mundo é mais solitário, mas também mais concreto...

O momento em que decidi encerrar minha conta foi bastante particular, já que dezembro é um mês especial no calendário. Minha festa de virada de ano estava sendo programada no Facebook - mensagens coletivas -; três amigos do Brasil estavam programados para chegar no dia 24, em Berlim, usávamos o Facebook para nos comunicar; a rede social funcionava como uma ponte entre mim, minha família e meus amigos no Brasil; e, como já disse anteriormente, era o meio escolhido por meus amigos para convites para saídas ocasionais, bares e comemorações. Por isso, levei um bom tempo calculando possíveis perdas e danos consequentes da minha decisão de sair do Facebook.

Confesso que o mundo é mais solitário, mas também mais concreto quando você está fora desta que é a maior rede social do mundo. Digo que é mais solitário, pois comecei a questionar esta relação simbiótica construída pela grande maioria dos usuário de um serviço como o Facebook, que antes não me parecia tema de reflexão. E aí, acabei percebendo que, na realidade, os mais de 787 amigos que apareciam no meu perfil, nada mais eram que efêmeras crenças de realidade. Efêmeras, pois no momento em que quebrei o laço com a plataforma, o choque de realidade me fez perceber que um pouco mais de 20 pessoas daquele número grande podem ser consideradas pessoas realmente relevantes para o meu atual contexto histórico.

E esta sensação é boa. Me senti humana de novo, não apenas um suposto banco de dados que define a minha personalidade partindo do pré-suposto de que aquilo que curti, postei na minha timeline ou publiquei no meu álbum de fotos era realmente eu. Em resumo, você se preocupa mais com quem você é e menos com aquilo que você gostaria de parecer.

No artigo Permissão para ser INfeliz, da jornalista Eliane Brum, publicado nesta semana pela revista Época, a psicóloga e psicanalista Rita de Cássia de Araújo Almeida resumiu em uma frase aquilo que aparece mascarado por trás da ditadura da felicidade das redes sociais, a falta de humanidade:

Estamos nos tornando uma geração de humanos que temem a própria humanidade. Vivemos numa sociedade que pretende negar e rejeitar toda espécie de tragicidade que a condição humana carrega consigo.

Passei um bom tempo tendo que inventar motivos para dizer “não” a alguns convites que me faziam pelo Facebook para não frustrar pessoas, quando eu simplesmente não queria ir porque não tinha interesse algum em determinado evento ou contato social. Isso mudou, até porque poucas são as pessoas que utilizam outras vias de comunicação para manter uma relação social com você fora do Facebook.

Acho a ideia por trás do Facebook genial!

Este subtítulo pode parecer um pouco contraditório, mas não é. A ideia inicial de Mark Zuckerberg para o Facebook é fascinante: conectar pessoas, gerar intrigas, eliminar fronteiras, enfim, uma série de características que só podem agregar valor à plataforma. Acontece que o que agregou valor ao Facebook, também fez ele perder a essência. Um ambiente com 1 bilhão de usuários - o que é questionável visto que o meu perfil ainda está lá, intocável, disponível para mim e passível de contar para as estatísticas da plataforma - encheu os olhos de investidores, de publicitários e, claro, do próprio Zuckerberg.

Na última terça-feira, 15, o CEO do Facebook apresentou o "Graph Search", um sistema de busca muito parecido com o da Google, mas que utiliza a rede social como fonte de informação, ou seja, os dados dos usuários. O que me chamou a atenção durante a apresentação, foi uma das primeiras frases de Mark Zuckerberg:

O Facebook é uma comunidade e um banco de dados sobre a vida das pessoas.

Ou seja, o que realmente conta, a satisfação de quem usa a rede social ou a função que ela exerce enquanto empresa, enquanto capital, enquanto investimento privado? Lembre-se, o produto é de graça, logo, o produto é você. 

 Outra coisa que deixa a plataforma chata, é a capacidade com que alguns usuários ditam regras e criticam toda e qualquer expressão com as quais não concordam. "Não pode isso", "Não pode aquilo"... o que seria dos trend topics não fosse a liberdade de publicar o que se bem entende - contanto que não se ultrapasse o limite do outro, claro. Não me refiro aqui ao limite de paciencia, mas sim, respeito.

Por que eu não (re)ativo minha conta no Facebook

Porque eu não quero. Depois de sair do Facebook, passei a usar muito mais o Twitter, uma ferramenta de comunicação que veio com a finalidade de informar e não necessariamente sobre a vida pessoal dos usuários. Passei a otimizar o meu tempo, acredito que deixei de lado aquela pressão de manter minha timeline atualizada, comentar o post de amigos, ler meus feeds de notícias e penso que também tem a ver com o fato de que fiquei menos vulnerável ao contato rápido das mensagens e do bate-papo.

Passei a ler mais, aliás, qualquer coisa, pois no meu tempo livre, a caminho do trabalho, em um restaurante ou em um café, o aplicativo do Facebook sempre servia de bengala, agora, passo o tempo acompanhando as últimas notícias sobre temas que realmente me interessam. Ou simplesmente me dou a oportunidade de não fazer nada, me perder apenas entre meus pensamentos. Confesso que de vez em quando ainda me pego procurando sem mais nem porquê o aplicativo no meu smartphone e quando me dou conta da ação, percebo o quanto era automático acessar o app.

Não volto para o Facebook porque não me faz falta e porque existem diferentes ferramentas, até melhores que a rede social de Mark Zuckerberg, que suprem as minhas atuais necessidades. O meu próximo passo é pedir a exclusão total das minhas informações do banco de dados do Facebook, pois se um serviço me dá a possibilidade de entrar sabendo que posso sair a qualquer momento sem ônus, vou apenas pedir por algo que já me foi dado.

E você, consegue sobreviver sem o Facebook?

Imagem: Facebook; edição: CKR/AndroidPIT

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Comentários

Escreva um comentário:
  • Adão de Jesus N. 21/Jan/2013 Link

    Parabéns pela descoberta. Existe ar fora do facebook.
    O problema é que mergulhamos de cabeça nos envolvendo sem limites. O facebook é uma boa proposta, porém necessitamos tomar as rédeas de nossa vida em nossas mãos sem deixarmos que a Pedrão nos domine.

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  • Adão de Jesus N. 21/Jan/2013 Link

    Kkkkk Pedrão = pressão.

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  • Ronaldo silva 21/Jan/2013 Link

    Puxa Camila, adorei o seu artigo e ele está me fazendo repensar a necessidade de minha conta no facebook. este artigo é muito inteligente e expressa uma realidade dura mas concreta: aqueles que estão listados em minha página realmente são meus amigos/conhecidos? vale a pena pensar! por favor nos avise se conseguir excluir completamente sua conta.

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  • Wellington Horta Junior 21/Jan/2013 Link

    Espero poder o meu breve realmente é viciante e ao mesmo tempo injusto. Eles tem uma política agressiva e punitiva, se alguém diz não tem conhecer ao receber um convite vc é punido. Tenho culpa se alguém q eu achava ser amigo não me reconheceu no facebook ou não quis me add?
    Tenho tbm absoluta certeza de as conversas são monitoradas por que já recebi mensagem de não poderia enviar uma mensagem por que o facebook considera esse tipo de mensagem como spam ... embora não seja um monitorando manual mas algum script roda as mensagens monitorando palavras frases de interesse comercial.
    m
    Mas sei tbm que logo logo os brasileiros vão acabar com o facebook como fizeram com o orkut... vai ser tanto perfil fake, vírus e comunidades de ódio...
    Mas antes de acabar já devo estar fora.

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  • Edson felicidade 22/Jan/2013 Link

    Com certeza amigo(a).A humanidade esta seguindo em um caminho digital-escravista.Em um futuro próximo seremos forçados a implantar chips no corpo para sobrevivermos.Sendo escravizados digitalmente e rastreados perdendo nossa liberdade e humanidade.Não vamos nos deichar dominar.Vamos formar um grupo ou aliados.Humanidade já....felicidadedecopa@hotmail.com(EDSON FELICIDADE)

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  • Rubens Malheiro 22/Jan/2013 Link

    Um ótimo artigo mais a coisa é tão triste por que ainda muita gente não tem noção do quanto perde ou quanto sentimentos ruins acumulam em Sites de compartilhamento de dados pessoais e não redes socias como o grande MKT criou para isso. Mais muito bom muito bom mesmo o artigo! Eu não sei quando o Facebook foi criado por que creio que a idéia do Orkut era muito mais interessante que era provar uma teoria que acho 7 pessoas conectam vc a qualquer pessoa do mundo porém alguem precisava ganhar dinehiro e acabaram com a graça colocando Gifs animados ali e esqueceram da teoria. Parabéns pelo artigo!

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  • luizglastony 22/Jan/2013 Link

    Camila, adorei o texto cut cut bacaninha que você escreveu. Acho linda esta identidade alternativa nas pessoas, afinal, não pensamos iguais em um mundo que acaba fazendo o mesmo todos os dias. Mas confesso que sua ilusão do sair do facebook para não alimentar este sistema digital e excluir seus dados não seja realmente real, por que assim como eu, você deve saber que nossos caminhos digitais são muito maiores do que uma super rede social. Você possui e-mail, whatsapp, numero telefonico, chats, e inumeros meios de se descobrir quem você é "virtualmente". Não estou fazendo apologias ao uso da rede social, mas não acredito que me abster de tal ferramenta de comunicação/perdadetempo/entretenimento, irá me fazer melhor. Hoje sei conciliar o meu lado social que é bem maior que o meu virtual com leituras, encontros com amigos e bem distante da televisão.

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  • Foto do usuário
    Dan Bocchi 22/Jan/2013 Link

    Conincidência estranha, neste domingo estava com duas amigas minhas debatendo este tema, eu já troquei de conta do facebook 3 vezes...Saía e depois voltava, recentemente excluí a minha conta lá. Passei pelo mesmo que você Camila, são tantos serviços atrelados que pensei: caramba, minha vida era controlada pelo facebook, era como um CPF, todos os meus "serviços" ou quase todos, dependiam dele para funcionar bem.
    O problema é, apesar de eu ter uma conta no G+ não fazia uso constante do mesmo, apenas alguns hang outs esporadicos, minha conta no twitter era fantasma, pois não achava funcionalidade nenhuma em poucos caracteres, o via como o antigo sistema de bilhetinhos de recados, bah! Quem quer isto?
    Como eu saberia do que acontece na cidade, sem o facebook? Todos planejam tudo pelo Facebook.
    Mas me livrei. É muito cansativo para cancelar o facebook, quase tanto como encerrar uma conta bancária.
    E meus amigos? Confesso que não sou tão popular quanto você rs mas também tinha alguns por lá. Depois de excluir descobri que, por mais que eu só adicionasse quem eu conhecia pessoalmente, existiam muitas pessoas que eu nem me lembrava quem eram, ou onde as conheci. Funciona assim, você conhece a pessoa numa noite e na despedida sempre tem um : me adicione no facebook. Quer resposta melhor do quê: Não tenho conta no facebook.
    Haha, estou livre.
    Apesar deste comentário ser a prova escrita do porque eu ter dificuldade em utilizar o twitter, ele esta sendo bem mais frequente agora, e o G+ se tornou uma pacata cidade habitada por mim e meus pensamentos.
    Nada de correr para verificar TL, curtir fotos toscas com frases de impacto, ou verificar avisos infinitos de maus tratos a animais e pessoas desaparecidas.

    A vida se torna mais viva sem o facebook.

    Abraço.

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  • Deathdoor 22/Jan/2013 Link

    Interessante relato, da minha parte eu nem estou lá nem tenho interesse.
    Eu só usei um pouco do Orkut vários anos atrás, e um pouco mesmo. Não ficava procurando o que fazer lá, só para gerar movimento. Participei de algumas comunidades e discussões, mas não por ser lá, por ser orkut, por fazer algo lá. Participei porque o assunto me interessava e tinha com quem discutir, e isso não precisa ser feito necessariamente lá.
    Redes sociais tem sua utlidade de servir de atalhos para comunicar com pessoas, mas um atalho não elimina o caminho tradicional, sempre há alternativas, ele é opcional.

    Mesmo assim, mesmo não participando do Facebook, sofro com ele.
    Muitos sites ficam enchando para você se conectar com ele, muitos estão passando a exigir ele, o que é um absurdo. Eu quero usar serviços separadamente, não quero tudo junto e misturado. Fico revoltando com alguns sites que eliminaram os sistemas de comentários tradicinais como Intense Debate, Disqus e sistemas próprios, pelos comentários do Facebook. É revoltante, parece de assessar esses sites por causa disso.

    "Rede social" que uso são apenas duas, fóruns diversos, e o Tuíter.
    O bom do tuíter é o seu defeito, de caracteres tão limitados. Isso evita que as pessoas ficam falando bobagens por lá, apenar de alguns usarem só para isso, fica concentrado em trocas de ideias e informações. Ao invés de usar alguma rede social no telefone, eu leio meus feeds e vou compartilhando o que penso que pode ser interessante para os outros no tuíter, quando termino passo por lá para ver quais são os assuntos do dia ou quando quero falar com alguém.
    Mas quando quero mesmo conversar com alguém eu envio mail, SMS, telefono mesmo. Recentemente andei deixando de seguir um monte de gente no tuíter porque não dava mais para acompanhar o ritmo de atualizações, mesmo eu não seguindo tantos. Em pouco tempo percebi que não fez tanta diferença, continuo falando com quem eu falava antes, os realmente importante. Passo um tempo de mais qualidade agora.

    Muito desse fenômeno de rede social é vício.
    Um vício que vem preencher o tempo desperdiçado das pessoas. Se você passar aproveitar o seu tempo, é difícil se viciar nisso.

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  • Claudio Jose 22/Jan/2013 Link

    OPA OPA OPA! Não é porque há pontos negativos que devemos julgar o facebook ou qualquer outra rede social, ora a internet nada mais é que aproximar uma pessoa a outra ou outras, você controla o que o outro ver, não é pq um fato ou atitude isolada que devemos ficar sem isso. Digo isso pq até certo tempo atrás, eu como um escritor, nunca gostei de interagir com redes sociais, até então descobrir que tudo isso é útil e nos faz compartilhar com os outros muitas coisas legais, assim, ter limite e experiência na vida nos faz ignorar o que irrita e sabedoria em silenciar algumas vezes!

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  • Foto do usuário
    Admin
    Camila Rinaldi 22/Jan/2013 Link

    Pessoal, obrigado pelos comentários, é realmente interessante perceber que a minha experiência também toca a realidade de outras pessoas.

    Não quero julgar aqui os prós e os contras do Facebook, mas apresentar o meu meu ponto de vista enquanto usuária/não usuária da plataforma. Também sei que enquanto utilizar internet, meus dados estarão vulneráveis. Não compartilho a ilusão de que sair do Facebook seja a solução, mas olho para isso como "pelo menos não nesta rede social".

    Como disse no artigo, a ideia do Facebook é genial, a questão é questionar a relação que temos com a plataforma e, especialmente, perceber como lidamos com ela enquanto ferramenta de comunicação.

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  • Foto do usuário
    Dan Bocchi 22/Jan/2013 Link

    Acho que não se trata de julgar a rede social, nem incentivar o abandono a mesma, mas sim, mostrar que há como "sobreviver" sem a mesma. Totalmente questionável são sim a retenção de dados após o cancelamento da conta, e os sites que restringem algumas de suas funções a usuários de tal rede social ( ou qualquer serviço ). É compreensível que determinados serviços sejam atrelados, facilita muito, mas este procedimento deve ser voluntário e não obrigatório.

    Abraço.

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  • José Augusto Silva Nascimento 22/Jan/2013 Link

    nunca utilizei facebokk e nem pretendo...

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  • José Augusto Silva Nascimento 22/Jan/2013 Link

    pra falar a verdade a unica vez q eu utilizei eu descobri que estava sendo traído pela minha namorada ai eu so terminei um namoro de 4 anos...

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  • valdenir cavalheiro 22/Jan/2013 Link

    Eu (ainda) não cancelei minha conta lá.Porém bloqueei centenas de pseudo_-amizades. Agora só tenho quem realmente interessa! Resultado: não perco muito tempo na timeline por causa da diminuição do número de amigos. Acho que o caminho é por aí!

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  • Lucas Borges 22/Jan/2013 Link

    Uso bastante o Facebook e não pretendo parar de usar, até o momento, a rede não atrapalha o meu ciclo social físico.

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  • Deathdoor 22/Jan/2013 Link

    @Claudio Jose
    Concordo com você, de início, e descordo de todo o restante. A crítica é sobre uma característica dessa rede, então é válida. E de todos os problemas que uma rede social pode acarretar, o Facebook é a rede que tem esses problemas mais acentuados e abusivos.
    Antes ela ficasse lá no canto dela, mas não... quer conectar a internet inteira, de forma que afeta também todos aqueles que não querem participar. Muitos serviços de terceiros E independentes tem seu acesso restrito porque acabam sendo controlados pelos tentáculos do Facebook. Essa é a crítica (minha pelo menos).

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  • Lucas Borges 22/Jan/2013 Link

    Panino, acontece que o usuário conecta outros serviços usando o Facebook apenas se preferir, no caso de importar as informações para facilitar o cadastro, porém por um outro lado, foi uma forma da rede garantir sua durabilidade, visto que toda rede social cai, após alguns anos de uso.

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  • Foto do usuário
    Admin
    jefferson h. 22/Jan/2013 Link

    bom eu o Facebook, mais para contato familiar e de amigos reais que hoje estão longe, não costumo sair convidando todo mundo por ai, e para aceitar um convite, tenho que conhecer de algum lugar ou amigos que eu conheça pessoalmente, com isso tenho poucos na minha lista, e muito pouco exponho minha vida pessoal, o problemas é justamente que o Facebook tenta te envolver de todas as formas e tem gente que vai nessa onda, me lembro que a algums anos atrás, as pessoas iam almoçar e colocavam no falecido msn, estou almoçando, e hoje fazem a mesmas coisa no Facebook, só que com mais visibilidade, é o comportamento das pessoas que é nocivo.eu tenho o g+, mas deixa o face por ele é troca seis por meia duzia, o que é preciso é mudar o comportamento, quem eu realmente conheço mantenho contato real e quem eu só conheço só pela net, procurar aproximar mais, nunca usando unicamente o Facebook.a minha conclusão a respeito de sair ou não, sou a favo e contra ao mesmo tempo .

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  • Deathdoor 23/Jan/2013 Link

    @Lucas Borges
    Sei que é opcional, só que a cada dia mais serviços acabam excluindo opções em favorecimento do Facebook, alguns até tornam obrigatório ter. Não tem Facebook, não usa, e pior, associa seu histórico e configurações não ao serviço que você está usando, mas ao Facebook, o que ocasiona problemas como a Camila relatou. Se você apagar o Facebook, acaba perdendo dados nesse serviço, o que não deveria acontecer.

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  • Foto do usuário
    Dan Bocchi 23/Jan/2013 Link

    @Panino Manino
    Exatamente existem sim, sites, de tecnologia inclusive, que para. Se comentar um artigo, por exemplo, a única forma é logando com o Facebook. Como disse estas ações devem ser voluntárias e não obrigatórias.

    Abraço.

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  • Claudio Jose 24/Jan/2013 Link

    @Panino Manino

    Minha observação e opinião não é referente a autora da reportagem aqui apresentada, já que cabe a qualquer indivíduo ou não o que lhe diz respeito, mas voltando ao foco da minha réplica... Sabemos o quanto o mundo é injusto... Mesmo assim não cabe a nós vivermos mesmo sabendo que podemos ser vítimas de balas perdidas? Iremos ficar presos dentro de casa... Sabendo que se sairmos poderemos nem sequer voltar? Não é porque a algumas vulnerabilidades no face que ele seja visto como algo negativo. Apenas adc quem vc quiser... E não sair adicionando qualquer pessoa, até mesmo pela própria segurança do usuário. Enfim, Vejo o facebook como uma oportunidade de se conhecer, fazer várias coisas legais mesmo a distância! Aos que discordam têm seu direito, mas não generalize!

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  • Deathdoor 29/Jan/2013 Link

    @Claudio Jose
    Se eu só adicionar quem eu conheço no Facebook... não tem muita utilidade. Já me comunicava com as pessoas por várias vias antes do Facebook, então ele não é essencial.

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  • Dora Oliveira 1/Abr/2013 Link

    "A ideia inicial de Mark Zuckerberg para o Facebook é fascinante: conectar pessoas, gerar intrigas, eliminar fronteiras, enfim, uma série de características que só podem agregar valor à plataforma".

    Só faltou ressaltar que a ideia inicial do facebook não foi dele, e sim dos irmãos gêmeos. E que também um tal de Orkut Büyükkökten já tinha lançado ideia semelhante um mês antes do facebook entrar no ar.

    A propósito, como rede social o Orkut dá de dez a zero no Facebook...

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  • Faruk Halevi há 4 meses Link

    Recentemente vi um canal interessante que se chama SaiadoFacebook

    http://www.youtube.com/user/SaiaDoFacebook

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