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Os melhores celulares intermediários entre R$ 1.000 e 2.500

Atualizado: lista reformulada
Best Phones Under 2500 Reais
© WHYFRAME / Shutterstock.com

Apesar dos celulares topo de linha serem o centro das atenções, nem todo mundo pode investir em um aparelho flagship. É nesta hora que entram os modelos intermediários, trazendo o bom e velho custo/benefício: desempenho competente para todo o tipo de uso no dia a dia, sem precisar parcelar o pagamento a perder de vista.

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Os melhores celulares intermediários

  O iPhone mais barato Matador de flagship O desafiante Novo custo-benefício? 120 hertz por menos Vale ficar de olho
Produto
Foto Apple iPhone SE 2020 Samsung Galaxy S20 FE Realme 8 Pro Infinix Note 10 Pro Motorola Moto G60 Samsung Galaxy M52 5G
Especificações 4,7 polegadas, LCD
750 x 1334 pixels
Apple A13 Bionic
64 / 128 / 256 GB ROM
3 GB RAM
Câmera única
Principal: 12 MP
1.821 mAh






6,5 polegadas, Dynamic AMOLED
1080 x 2400 pixels
Exynos 990 (SM-G780F)
Snapdragon 865 (SM-G780G)
128 / 256 GB ROM
6 / 8 GB RAM
Câmera tripla
Principal: 12 MP
Ultra-angular: 12 MP
Teleobjetiva: 64 MP
4.500 mAh









6,4 polegadas, Super AMOLED
1080 x 2400 pixels
Snapdragon 720G
128 / 256 GB ROM
6 / 8 GB RAM
Câmera quádrupla
Principal: 108 MP
Ultra-angular: 8 MP
Macro: 2 MP
Profundidade: 2 MP
4.500 mAh









6,95 polegadas, LCD
1080 x 2460 pixels
MediaTek Helio G95
64 / 128 / 256 GB ROM
6 / 8 GB RAM
Câmera quádrupla
Principal: 64 MP
Ultra-angular: 8 MP
Monocromática: 2 MP
Profundidade: 2 MP
5.000 mAh









6,8 polegadas, LCD
1080 x 2460 pixels
Snapdragon 732G
128 GB ROM
6 GB RAM
Câmera tripla
Principal: 108 MP
Ultra-angular: 8 MP
Profundidade: 2 MP
6.000 mAh








6,7 polegadas, Super AMOLED
1080 x 2400 pixels
Snapdragon 778G
128 GB ROM
6 / 8 GB RAM
Câmera tripla
Principal: 64 MP
Ultra-angular: 12 MP
Macro: 5 MP
5.000 mAh








Prós
  • Processador poderoso
  • Botão físico de início
  • Efeitos de desfoque em ambas as câmeras
  • Preço competitivo
  • Tela AMOLED de 120 Hz
  • Snapdragon 865 ainda é rápido em 2021
  • Boa autonomia de bateria
  • Acabamento de plástico de boa qualidade
  • Certificação IP68
  • Zoom óptico de 3x
  • Bateria generosa
  • Carregador rápido
  • Desempenho competente
  • Acabamento atraente
Contras
  • Tela LCD
  • Modo retrato mediano
  • Áudio fraco
  • Sem expansão de memória
  • Carregamento não tão rápido
  • Sem entrada para fone de ouvido
  • Zoom de 30x não passa de marketing
  • Taxa de atualização de 60 hz
  • Sem resistência à água
  • Modo de economia automático
Avaliação
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Nota: foram considerados apenas smartphones comercializados oficialmente no Brasil e lançados entre 2020 e 2021. Os aparelhos abaixo estão listados em ordem alfabética, portanto sua posição na lista não indica que um modelo é melhor ou pior que o outro. Os preços são os praticados na data de publicação deste artigo.

Pegue um atalho

Apple iPhone SE: a porta de entrada do iOS

Mesmo com o visual defasado (herdado do iPhone 6), o iPhone SE 2020 é uma opção interessante para quem tem modelos antigos da Apple, ou mesmo para quem quer "pular a cerca" e abandonar o barco do Android. Isso se o preço do modelo não subir demais acompanhando a alta do dólar.

Compartilhando as especificações de processador com o iPhone 11, o desempenho do aparelho é superior não apenas em relação aos iPhones 6/6S/7/8, como também ao iPhone XR. Além disso, o uso do chip A13 garante mais alguns anos de atualizações de recursos e segurança — o primeiro SE, de 2016, ainda recebe as atualizações do iOS 15, por exemplo.

E apesar do design já ultrapassado, o reaproveitamento do projeto usado no iPhone 8 permite usar uma infinidade de acessórios disponíveis no mercado, sem contar o valor de revenda que os smartphones da Apple têm no mercado de segunda mão.

Com a alta do dólar em 2021, os preços do iPhone SE têm variado bastante, mas segundo o comparador de preços Zoom, é possível encontrar o aparelho por menos de R$ 2.500 em promoções temporárias. Vale ficar de olho!

iphone SE Test
Não é exatamente a última palavra em design e tecnologia, mas deve durar por um bom tempo / © NextPit

Infinix Note 10 Pro: preço de chinês com garantia nacional

Apesar de já ter sido sucessor no mercado internacional, o Infinix Note 10 Pro já chegou ao Brasil fazendo barulho. Com representação nacional da Positivo — com direito a garantia local e rede de assistências autorizadas —, a Infinix chega de olho no vazio deixado pela LG, tanto no comércio online quanto de rua.

E se o nome já não deixou claro, o alvo é a cereja do bolo de marcas como Samsung e Xiaomi, com suas linhas Galaxy A e Redmi Note, o segmento intermediário. Para isso, o Infinix Note 10 Pro traz uma tela gigante com 6,95 polegadas, processador MediaTek Helio G95, câmera quádrupla com 64 megapixels e bateria de 5.000 mAh, com carregador incluído de 33 W.

Resta saber porém como será o suporte de atualizações de software da marca no Brasil, pelo menos no papel, o Note 10 Pro tem tudo para emplacar no país caso supere o fato da empresa ser desconhecida pelo grande público.

Infinix Note 10 Pro
Nova marca chegou com produção nacional e rede de assistências da Positivo / © Infinix

Moto G60: 120 hertz por menos de R$ 2.000

Enquanto a linha Moto G se expandiu para o segmento premium com o Moto G100 e a categoria de entrada com o Moto G10, o Moto G60 é o modelo atual que mais se aproxima da proposta original da família Moto G, com bom recursos e desempenho, sem precisar parcelar a compra a perder de vista.

O Moto G60 conta com uma tela LCD de 6,8 polegadas, que além de ser FullHD+, também tem taxa de atualização de 120 hertz, para animações mais suaves no display. Além disso, conta com câmera tripla de 108 megapixels, uma bateria gigante com 6.000 mAh e o competente processador Snapdragon 732G.

Só não o confunda com o Moto G60s que apesar de semelhante, utiliza um processador mais modesto (Helio G95), e conta com uma câmera principal de 64 megapixels.

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G60 é o aparelho mais fiel à receita da linha Moto G / © Motorola

Realme 8 Pro: a opção da marca desafiante

Ainda procurando um espaço no mercado brasileiro, a Realme chegou ao país em 2021 para manter o crescimento vertiginoso da marca em termos de vendas. E o Realme 8 Pro é "puxador de vendas" da fabricante chinesa, para disputar o concorrido segmento intermediário.

O aparelho chama a atenção pelo acabamento traseiro, em conjunto com a câmera quádrupla — com sensor principal de 108 megapixels —, na parte frontal, a tela de 6,4 polegadas usa painel AMOLED, e tem resolução FullHD+, mas sem uma alta taxa de atualização.

Um dos destaques do modelo é o carregador rápido de 50 watts, que completa a carga da bateria de 4.500 mAh em menos de uma hora.

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Acabamento do Realme 8 Pro chama a atenção / © NextPit

Samsung Galaxy S20 FE: o matador de flagships

O Galaxy S20 FE foi lançado no final de 2020 como uma espécie de turnê de despedida da linha S20. O celular traz os principais recursos da família premium da Samsung com um preço reduzido (e algumas características deixadas de lado). Ele é a nossa recomendação para quem quer ter um modelo com especificações topo de linha com preço de intermediário.

A chegada do modelo equipado com o chip Snapdragon (SM-G780G) só melhorou a relação custo-benefício do celular que, dependendo do orçamento, é a melhor em termos de preço e desempenho no país. Só preste atenção para não comprar o modelo com chip Exynos (SM-G780F), que tem desempenho menos consistente e menor autonomia.

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Lançamento do Galaxy S20 FE com chip Snapdragon melhorou ainda mais o custo-benefício do celular / © Samsung

Alternativas

Dependendo das promoções e da queda de preço dos modelos no mercado brasileiro, vale a pena considerar outros celulares que, devido ao preço na data de atualização da lista, não mereceram um espaço na lista principal.

Motorola G100

Um pouco acima da faixa de preço desta lista, o Moto G100 traz especificações competentes, incluindo 5G, tela FullHD+ de 6,7 polegadas, 5.000 mAh de bateria e camera quádrupla de 64 megapixels. Mas o destaque do celular da Motorola é mesmo o processador Snapdragon 870, digno de smartphone topo de linha. Mas pesam contra ele a fraca política de atualizações da Motorola e a concorrência com o Galaxy S20 FE.

Samsung Galaxy M52

Lançado no segundo semestre de 2021, o novo intermediário da Samsung promete a receita de longa autonomia que é marca registrada da linha Galaxy M, mesmo com uma bateria não tão grande (para a série M). O motivo é o uso de um processador mais moderno, o Snapdragon 778G, que oferece desempenho equivalente ao de um topo de linha de 2 anos atrás, mas sem gastar tanta energia. Dependendo de como os preços caírem no Brasil, pode se tornar uma opção bastante competitiva.

Samsung Galaxy A52s

Equipado com o mesmo Snapdragon 778G do Galaxy M52, o A52s é uma revisão mais potente do campeão de vendas da Samsung, que mantém as especificações de tela e câmera. O A52s fica atrás do M52 porém em capacidade de bateria e no preço, apesar de trazer uma câmera a mais que o irmão da linha M. Mas por se tratar de um lançamento recente, os preços ainda não se estabilizaram abaixo dos R$ 2.500.

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E aí, qual é o seu intermediário favorito da nossa seleção? Tem alguma outra sugestão? Conte mais nos comentários!


Artigo atualizado em novembro de 2021. Comentários anteriores podem fazer referência a modelos removidos ou com preços alterados posteriormente.

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6 Comentários

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Todas as mudanças foram salvas. Não há rascunhos salvos no seu aparelho.
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  • Douglas Charles Cunha há 8 meses Link para o comentário

    Vendo essa lista (atualizada) e a anterior acabo tendo certeza que ficarei mais tempo ainda com meu Mi 9T Pro.
    Não entendo como as fabricantes abandonaram o enorme vantagem de ter uma câmera frontal pop-up (ou giratória como nos Zenfone) para colocar esses furos na tela (ou ainda a câmera sob a tela).
    Uma tela limpinha, sem obstáculos e sem invasão de privacidade foi a melhor coisa que já fizeram.
    Situação trista.
    O meu celular recebeu o último Android esse ano (o 11) e talvez receba a MIUI 13. Depois disso irei torcer para que surjam ROMs de terceiros que o mantenham atualizado por um bom tempo.


    • Rubens Eishima há 8 meses Link para o comentário

      ao que tudo indica, o desafio para os módulos móveis (retráteis ou flip) acabou sendo a popularização da resistência à água. Depois que até os iPhones ganharam IP67/IP68, os asiáticos parecem ter despriorizado os módulos móveis. :/


      • Douglas Charles Cunha há 8 meses Link para o comentário

        Eu até tive uma ideia excelente para contornar esse problema, nem quis patentear para que alguma empresa adote, mas até agora nada.
        É só criar um módulo onde a câmera seria elevada por meio magnético.
        Hoje é impossível pensar em resistência à água porque o sistema mecânico é movido por engrenagens e a caixa onde fica a câmera é aberta na lateral para ter contato com as peças que fazem o movimento.
        Mas usando o magnetismo para realizar o movimento, a caixa onde a câmera fica poderia ser isolada, sem ter contato algum com o mecanismo.
        Seria simples e muito mais barato que os modelos que foram usados há pouco tempo.


  • Rubens Eishima há 8 meses Link para o comentário

    Lista atualizada em nov/2021 com o novo Infinix Note 10 e a queda de preços dos modelos Realme 8 Pro e Moto G60 (+ seção de alternativas).
    Aparelhos removidos: Redmi Note 10, Poco X3 NFC, Galaxy XCover Pro e Galaxy M51.


    • Penskemen há 8 meses Link para o comentário

      Rubens se me permite irei tecer um comentário sobre algumas ausências nos comparativos de aparelhos intermediários no nosso mercado de smartphones. Existem no Brasil representantes oficiais da Xiaomi, Asus, Nokia, e Realme. Dai podemos concluir que essas empresas pelo resultado de vendas no Brasil (durante esse ano), não representam nenhuma ameaça as empresas líderes como Samsung, Motorola e Apple, e para piorar não conseguem alcançar uma boa penetração no mercado por algumas razões. Entre elas eu citaria o alto preço final dos seus modelos, e a decisão dessas marcas de "não produzir" aparelhos aqui no Brasil, mas aí alguém vai dizer... Produzir na China sai mais barato ! Mas então como que a Infinix contrariou essa regra com produto de boa qualidade e baixo custo, e está entrando na briga pra valer ? Essa linha de raciocínio é para o consumidor entender que trazer um aparelho montado na China (de forma oficial) para apenas ser revendido aqui no Brasil, não trás benefícios para o consumidor, pois na atual conjuntura (com Dólar nas alturas, e dezenas de impostos em cascata), só empresas com fabricação local, tem alguma possibilidade de ganhar mercado.


  • Jairo rios 25/03/2021 Link para o comentário

    Ficaria entre o Realme 7 ou o XCover Pro

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