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CES 2013 | Tablet Acer Iconia B1 oferece memória expansível

Escrito por: Camila Rinaldi — 7/jan/2013

Em continuidade ao que vivenciamos em 2012, tablets acessíveis rodando com processadores poderosos e resoluções mais do que satisfatórias, a Acer apresentou um novo dispositivo móvel com estas mesmas caracterísitcas durante a CES 2013, em Las Vegas. O Acer Iconia B1-A71 possui uma tela de 7 polegadas, roda com Android Jelly Bean e vem com tudo para tomar o lugar do Nexus 7, da Google, e do Kindle Fire, da Amazon.

Muitos foram os rumores gerados em torno deste dispositivo, levantando questões sobre especificações e recursos, mas agora podemos informar sobre os detalhes oficiais do Acer Iconia B1-A71:

  • Sistema Operacional Android Jelly Bean (4.1 ou 4.2)
  • Processador Mediatek dual-core 1.2gHz (MTK 8317T)
  • Tela de 7 polegadas WSVGA com resolução de 1.024 x 600p
  • 8GB memória interna e 512MB DDR3
  • Conectividade Wireless: Wi-fi 802.11 b/g/n
  • Tecnologia Wireless Bluetooth 4.0 GPS
  • Speaker interno
  • Ranhura microSD de até 32GB
  • Câmera frontal de 0.3MB webcam
  • Bateria recarregável 2.710 mAh
  • Dimensões: 197.4 mm x 128.5 mm x 11.3 mm
  • Peso: 320 gramas

O que certamente chama a atenção é o fato de oferecer suporte para microSD até 32GB, um dos “trunfos” dos usuários Android sobre os demais sistemas operacionais: memória expansível. No que toca as demais especificações, podemos dizer que o tablet da Acer fará bem o trabalho.

Com relação ao preço, o valor previsto para o tablet Acer Iconia B1-A71 é de menos de 150 dólares até o lançamento no mercado, cerca de R$305. 

Na sua opinião, a Acer desenvolveu um tablet que consegue fazer frente ao Nexus 7 e ao Kindle Fire? Deixe-nos saber o que você pensa nos comentários abaixo.

Imagens: Acer

 

Jornalista nascida no Brasil, italiana por parte de pai, alemã por parte de mãe e cidadã do mundo por convicção. Mora em Berlim desde 2011 e vive em constante descoberta. Quer um Google Glass (que funcione) a todo o custo e espera que o problema da bateria dos smartphones seja solucionado por alguma fabricante asiática.

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