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Hands-on do Asus Zenfone Max Shot: saindo do basicão
Asus Zenfone Max Shot Análise Teste de dispositivos 12 min para ler 22 Comentários

Hands-on do Asus Zenfone Max Shot: saindo do basicão

Não é segredo para ninguém que a Asus tem no Brasil um de seus principais mercados, talvez o mais importante. A Qualcomm também vê potencial nos 138 milhões de brasileiros que têm celular (dados do IBGE 2018) e que podem vir a adquirir novos em breve.

Uma parceria entre essas duas empresas trouxe ao Brasil um smartphone que, por enquanto, é exclusivo do país. E essa exclusividade não se resume apenas a um nome novo, tem muito mais por dentro do que você imagina. Vamos entender nesse hands-on.

Preço e data de lançamento

O Zenfone Max Shot foi anunciado hoje, 13 de março, no Brasil, em evento que ocorreu em São Paulo. Além do Max Shot, a empresa trouxe também o Zenfone Max Plus M2, bem parecido, ambos sob o nome ZB634KL. Os dois modelos e suas variantes têm os preços a seguir:

  • Zenfone Max Shot (3GB/32GB): R$ 1.349
  • Zenfone Max Shot (4GB/64GB): R$ 1.549
  • Zenfone Max Plus M2 (3GB/32GB): R$ 1.299

Os aparelhos estão disponíveis desde hoje na loja online da Asus e também nos quiosques físicos da marca. Grandes varejistas também já têm o produto em estoque. As cores disponíveis  são prata, preto, azul e vermelho para o Zenfone Max Shot.

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O primeiro da Asus com três câmeras / © AndroidPIT por Stella Dauer

Esse visual não é estranho

Em uma primeira olhada, o Max Shot parece familiar, e na verdade é. Ele lembra bastante os modelos do ano passado da marca, como o Zenfone Max Pro M1, e por isso vai parecer um pouco datado. A novidade fica por conta do notch na tela, herdado do Zenfone 5, embora um pouco mais estreito.

Ele fica com a frente bem próxima a um dos últimos lançamentos da empresa, o Zenfone Max Pro M2, que chegou na Índia e que, na verdade, era o que os fãs da Asus esperavam que chegasse ao Brasil. Mas não é, e já falo mais sobre isso.

Ainda assim, ele herda corpo e design sisudos, resistentes, com traseira em metal. A moldura é em plástico, mantendo as mesmas coisas na parte inferior, como conexão de áudio, microfone, microUSB e saída de som, agora em um traço contínuo.

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Berço não é híbrido, dual SIM / © AndroidPIT por Stella Dauer

Acima fica o microfone extra, com a esquerda trazendo o berço para chips e cartões (que dessa vez não é híbrido) com botões de volume e energia (com o detalhe dos círculos concêntricos). Ele é alguma coisa mais fino que o M1, mas parece pesar a mesma coisa.

A traseira acomoda o sensor circular centralizado, logotipos e o destaque do modelo, a câmera tripla um pouco protuberante., com um flash próximo. O modelo que esteve comigo para o hands-on era de um bonito e ligeiramente cintilante azul médio.

Tela maior no mesmo tamanho

Pode até ter quem não goste do notch, mas é fato que ele ajuda a aumentar o ganho de tela. Esse é o caso no Max Shot, que traz 6,27 polegadas no mesmo tamanho (até milimetricamente menor) do Max Pro M1, com 5,99 polegadas.

Trata-se de uma IPS que, até onde pude testar em um breve período, tem um brilho razoável, cores boas e um branco que cai um pouco para o amarelo. O ângulo de visão é bom, e a resolução é FullHD+ (1080 x 2280 pixels) com 402 ppi.

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Notch menor que o do Zenfone 5 / © AndroidPIT por Stella Dauer

Como disse, o entalhe está mais estreito e a saída de som frontal ficou mais próxima da borda, um detalhe que acho bonito. O queixo do aparelho ainda é grande, e foi apenas arredondado para combinar com as outras extremidades do display. 

As bordas são pequenas, mas não mínimas, o que ajuda na pegada e no uso geral, e são arredondadas, com um vidro mais resistente a riscos e quebras garantindo uma proteção em algumas quedas mais simples. Teria sido ótimo se uma case viesse adicionada na caixa.

Software que não é nem lá, nem cá

Se você é um dos que curtiu a experiência Android puro da Asus no Max Pro M1, pode continuar feliz aqui, pois é a mesma coisa que temos no Max Shot. Essa interface não é nem o Android stock presente na linha Pixel, nem o Android One como o do Motorola One e nem a ZenUI trabalhada da Asus.

Sendo assim, é uma interface bem limpa e simples, sem as muitas funções que os usuários da Asus já conhecem, e sem também muitos dos aplicativos especiais e exclusivos da marca. Isso deixa o Max Shot como uma lousa limpa onde o usuário fica livre para instalar o que quiser, e talvez até colocar um launcher de sua preferência.

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Nem Android One, nem ZenUI / © AndroidPIT por Stella Dauer

Mas há motivos para ele não ser o Android stock, e isso vemos em alguns detalhes como o app de câmera, que é da Asus/Qualcomm, e a inserção de um app para gravar som, além de um BR Apps e um Facebook que não podem ser desinstalados. 

No geral, é uma interface leve e rápida, coisa muito útil em um smartphone intermediário. A versão do Android no momento desse hands-on era a Oreo 8.1, com o update para o Pie previsto para junho. Mas como nem o Max Pro M1 recebeu o Android Pie até o momento (está em programa Beta), a previsão não é muito firme ainda. Porém, esse também não é o destaque do aparelho.

O primeiro a receber o novo chip da Qualcomm

Aqui temos a grande razão de ser do Max Shot, e é o que faz ele ser "brasileirinho", como a Asus anuncia em suas propagandas. O maior destaque é seu hardware, uma parceria da taiwanesa com a Qualcomm para trazerem ao Brasil o primeiro SiP da fabricante de processadores .

De nome Qualcomm Snapdragon SiP 1, essa é a primeira geração de todo um conjunto novo que deve passar a integrar muitos aparelhos com a chancela Qualcomm no futuro. E ele foi pensado para o Brasil devido a nossas particularidades governamentais em relação a preços, método de fabricação e condições de importação.

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Manutenção do microUSB não é à toa / © AndroidPIT por Stella Dauer

Atualmente, os processadores que conhecemos integram um SoC, abreviação para System on a Chip (Sistema em um Chip), e nesse caso temos a placa onde são soldados centenas de componentes, separadamente. No Brasil, o Governo exige que no SoC uma parte dos componentes seja de um lugar, que seja montado aqui, entre outros.

No caso do SiP, abreviação para System in a Package (Sistema em um Pacote), muitos desses componentes que no SoC teriam de ser soldados na montagem já vêm integrados em uma única peça, que é então soldada à placa por aqui. O SiP, aliás, será produzido aqui mesmo no país.

Há inúmeras vantagens para esse novo método, e obviamente a principal delas é custo. Porém, há também a vantagem de que componentes de grande importância como a RAM, módulos de WiFi e Bluetooth, entre outros, são todos escolhidos pela Qualcomm, que certifica a qualidade e a compatibilidade já em sua fábrica.

Além disso, o método SiP economiza bastante espaço dentro do aparelho, e permite que a bateria seja maior, que hajam melhores e mais câmeras, entre outros. No caso, aqui temos uma das explicações para o design reutilizado da Asus. Para correr com o projeto e botar logo no ar essa nova experiência, além de cortar gastos, eles mantiveram muito da geração anterior de seus produtos.

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SiP versus SoC / © AndroidPIT por Stella Dauer

Porém, como você pode ver no comparativo da placa do Max Shot com o Zenfone 5, há muito espaço disponível, e a Asus espera aproveitar isso nas gerações seguintes e ganhar em espessura, bateria e outros. A diferença é enorme, e são mais de 400 componentes dentro de um chipset algo maior que um dedão.

Mas o SiP leva a inconsistências de informações quando você instala seus apps de benchmark preferidos, como um AIDA 64 ou CPU-Z. Neles, a informação consta de que o smartphone traz um Snapdragon 625, embora o processador seja um SMS8953 com uma GPU Adreno 506, o que não faria sentido.

A Asus e a Qualcomm posicionam o Snapdragon SiP 1 entre um 450 e um 630, mas é importante notar que aqui temos algo totalmente diferente desses números, e não necessariamente eles devem ser levados em conta.

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O que vem na caixa / © AndroidPIT por Stella Dauer

O Zenfone Max Shot deste hands-on conta com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno, dos quais pouco mais de 51 GB estão livres para o usuário. Além desse, há um modelo com 3 GB de RAM e 32 GB, iguais ao encontrado no modelo Max Plus M2.

Em meu breve teste, deu tempo de baixar o clássico PUBG e rodar no Max Shot. A performance não foi muito indicada, mesmo nos gráficos baixos. Porém, isso pode ser culpa da conexão 4G em que eu estava rodando o jogo, por isso precisamos esperar por testes mais precisos antes de uma opinião final. 

Áudio dentro dos conformes

Até o momento em que fiz os testes iniciais, não havia nenhum ponto especial a se falar do áudio. No caso do externo, apesar de ter saída de áudio dos dois lados quando usado em modo paisagem, o Max Shot não é estéreo. O som que fica na parte inferior do aparelho é bem mais forte quando comparado ao que fica em cima da tela, mais utilizado para ligações.

No caso dos fones de ouvido, é sempre bem recebido o fato de um aparelho ainda ter a conexão P2 de áudio, como é o caso aqui, muito mais indicado para o público a que é destinado. Um toque de capricho está nos fones que vêm na caixa, brancos e intra auriculares, com uma qualidade bem interessante. Até o momento, não acho que precisarão ser substituídos.

Câmera precisa de atenção

O nome Max Shot, como você já deve ter imaginado, não está na caixa à toa. Ele se deve ao fato de ser o primeiro Asus no mundo a contar com três câmeras. O conjunto é formado por um sensor Sony IMX486 de 12MP e abertura F1.8, uma lente para o efeito do modo retrato e uma wide.

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Trêix câmeras? Sim, trêix câmeras / © AndroidPIT por Stella Dauer

Essas duas últimas possuem sensores de 5 MP e 8 MP, respectivamente, tendo 120º a wide angle. A câmera frontal tem 8 MP e é acompanhada de um flash LED Softlight, que suaviza a foto. No caso do outro lançamento, o Zenfone Max Plus, a diferença está na falta da câmera wide, apenas. 

O conjunto é bom e é legal o fato de ter quatro câmeras ao todo, o potencial está aí. Porém, sabemos que nem tudo são lentes e sensores, e o software e o pós processamento são cada vez mais exigidos também. E, nesse quesito, o Max Shot ainda precisa de melhorias.

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HDR garantiu bons detalhes / © AndroidPIT por Stella Dauer
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Selfie com modo retrato / © AndroidPIT por Stella Dauer

Com paciência, é possível tirar fotos muito bonitas com ele, ainda mais em situações de boa iluminação e usando o modo Pro que ele traz. Mas para o público a que é direcionado, é preciso que esse conjunto seja bom nas fotos automáticas, nas fotos rápidas, aquelas que tiramos do bolso, abrimos a câmera e disparamos. E esse ainda não é o caso aqui.

Você pode ver algumas capturas feitas por aqui ou no link que disponibilizamos com fotos sem edição. Eu estava em um escritório e fiz fotos bem legais de paisagens, ainda mais com a ajuda do HDR, que foi ótima, e também com o modo super resolução, mas selfies e imagens internas deixaram a desejar.

Logicamente, eu fiz o hands on antes do lançamento, e tinha em mãos uma versão que não era a final, e fui informada de que até a data em que ele viesse a público, receberia diversos updates. Por isso, para uma opinião final, o melhor é esperarmos o review completo.

Conjunto de bateria interessante 

E como bateria é uma das coisas mais importantes para o público de intermediários, a Asus trouxe um conjunto legal de 4.000 mAh acompanhado de um carregador rápido de 10W na caixa, pois há suporte ao QuickCharge 1.0. Isso é importante, pois um smartphone com esse tamanho de bateria pode levar um tempão para recarregar se não tiver uma ajuda. Com isso, a Asus estima dois dias de uso contínuo.

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Oreo rodando, Pie chega em junho / © AndroidPIT por Stella Dauer

O microUSB pode impedir velocidades maiores de carregamento, mas como aqui há bastante a importância do custo final, não é uma prioridade. O carregador que vem na caixa fica acima do básico de aparelhos similares, e por isso não é um problema grave.

Ainda precisamos fazer testes mais extensos nessa que é uma das categorias mais importantes de um aparelho, mas no tempo em que estive com o Max Shot em mãos, jogando PUBG, vendo vídeos no YouTube e realizando testes de foto e de desempenho, ele consumiu pouco da bateria, e parece ser promissor.

Asus Zenfone Max Shot – Especificações Técnicas

Dimensões: 159,2 x 76,2 x 8,4 mm
Peso: 165 g
Tamanho da bateria: 4000 mAh
Tamanho da tela: 6,27 polegadas
Tecnologia da tela: LCD
Tela: 2280 x 1080 pixels (402 ppi)
Câmera frontal 8 megapixels
Câmera traseira 13 megapixels
Flash: LED
Versão do Android: 8.1 - Oreo
Interface: Não disponível
RAM: 4 GB
3 GB
Memória interna: 64 GB
32 GB
Memória removível: microSD
Velocidade máx. 1,8 GHz
Conectividade HSPA, LTE, Dual-SIM , Bluetooth 4.2

Provavelmente, ele não é para você

Se você é uma pessoa que gosta de, no mínimo, intermediários premium, pensa na importação de um topo de linha e tranquilamente gasta mais do que R$ 1.300 em um aparelho, provavelmente o Zenfone Max Shot não é para você, e por isso fica um tanto quanto imune às suas críticas.

A campanha dos dois novos aparelhos da Asus é direcionada, principalmente àqueles que possuem um smartphone básico, aqueles de até 600 reais nas correções de hoje, e que não aguentam mais um aparelho de 2014 travando, com a tela quebrada e todo gasto.

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Saindo do basicão / © AndroidPIT por Stella Dauer

Embora a taiwanesa queira atingir a todos os possíveis compradores, mira nos que precisam finalmente sair de um celular, como eles chamam, "basicão", para algo melhor, antes de partir para os smartphones que vocês leitores apreciam. 

E, por isso, reclamações sobre a presença do microUSB, do Android Oreo e do corpo com visual mais antigo não fazem muito sentido, pois essas não são nem de longe as críticas dos possíveis compradores de aparelhos como esses.

Crítica válida fica para a câmera que, sendo um dos destaques do aparelho, precisava de boas melhorias quando fiz o hands on. Espero que, a partir deste lançamento de hoje, possam oferecer mais qualidade.

Aguardem o review completo para entenderem tudo sobre essa novidade importante da Qualcomm e da Asus. Obs: o termo "basicão" é usado pela Asus na campanha "saindo do basicão". Resolvemos fazer uma analogia ao slogan como uma crítica positiva.

O que você achou do Max Shot?

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22 Comentários

Escreva um comentário:
Todas as mudanças foram salvas. Não há rascunhos salvos no seu aparelho.

  • O celular não é ruim... mas esse preço tá desconexo com a realidade... nem um snapdragon 625 tá esse preço


  • se for parar pra pensar é um smartphone muito interessante, o que mata nele é o preço infelizmente, tem outros aparelhos da proprima marca muito superior pelo mesmo preço, se falarmos de importados então....


  • E pensar que um zenfone 3 saia por esse preço, e entrega mais potência no processador. Enfim, a Asus se perdeu, cobra muito caro num aparelho que entrega menos que um snap 625.


  • Nem de graça.....#Asusnuncamais


  • E continuam abandonando o NFC...


  • Vou confessar que o Moto G7 Plus vermelho tá lindo demais, mas só pego top de linha e tela amoled. A ASUS precisa entender que o público que compra smartphone intermediário de 1.300-1.800 compra em LOJAS FÍSICAS, e até tem em algumas lojas os aparelhos da Asus, mas sempre aquele modelinho com menos gigas de ram ou o snapdragon mais fraquinho...


  • SiP1 matador de Exynos e Bionic...vai ficar tenso pra Samsung e Apple...já estou vendo demissões em massa e muita gente tomando Rivotril.


    • Bruno Salutes
      • Admin
      • Equipe
      há 5 dias Link para o comentário

      Pedro, o SiP1 não é só um processador. Publicamos um artigo agora sobre o tema, confere lá :)


      • Eu sei, ja li muito sobre ele no site da Qualcomm, o chip tudo em um vai baratear os smarphones intermediários e baixo custo coisa que a Apple nunca fez e a Samsung vai ter que rebolar e muito para permanecer nesse segmento que se tornou o verdadeiro ganha pão das empresas.


  • Pelas specs deveria custar entre R$1100,00 e R$1200,00


  • Stella, parabéns pela sua competente (como de hábito) análise inicial e apresentação dos 2 novos modelos da Asus Brasil !
    Gostei do modelo Max Shot, tanto que comprei 1 para substituir um modelo mais simples da própria Asus que tenho em casa . Sei das limitações dele (mas acredito que em breve a Asus deverá atualizar o processamento de imagens para melhorar a qualidade das fotos e vídeos que serão feitas por ele), mas será bem vindo, até porque gosto de testar os novos modelos e conhece-los melhor . Um ótimo recurso é o fato de se poder usar 2 cartões sim 4G e ainda usar um cartão micro sd . Infelizmente o "custo Brasil" penaliza a nós consumidores pois o preço final é sempre maior do que a gente sonha e espera !
    Ponto negativo: pena que nestes modelos não vem junto uma capinha de tpu (por mais simples que ela fosse) . E naturalmente teremos que esperar algum tempo até termos a venda em nosso mercado as capas para estes modelos . Eu não uso smartphone sem capa .
    Louvável a iniciativa da Qualcom em conjunto com a Asus desenvolver este SiP e que ele está sendo usado pela 1ª vez a nível mundial um produto feito para o nosso mercado .
    Preço: quando o Marcel avisou que a venda já estava liberada, apenas a Submarino tinha disponibilizado naquele momento a venda dos 2 novos modelos . Estes são os valores para o modelo Max Shot M2:

    R$ 1.699,00 em até 12x de R$ 141,58 s/ juros - com Ame e receba R$ 203,88 (12% de volta)
    R$ 1.529,10 em 1x no cartão de crédito (10% de desconto)
    >>> R$ 1.376,19 em 1x no cartão Submarino (19% de desconto) ou R$ 1.529,10 em até 15x de R$ 101,94 s/ juros <<<<

    Max Plus M2:

    R$ 1.399,00 em até 12x de R$ 116,58 s/ juros - com Ame e receba R$ 167,88 (12% de volta)
    R$ 1.259,10 em 1x no cartão de crédito (10% de desconto)
    >>> R$ 1.133,19 em 1x no cartão Submarino (19% de desconto) ou R$ 1.259,10 em até 15x de R$ 83,94 s/ juros <<<


  • Uma boa opção para quem está com a grana curta.


  • Esse e o tipo de smartphone que eu procuro,boas spec's a um preço que eu possa pagar,levem em consideração que estamos falando de intermediários e não spec's de tops,gostei muito desse Max shot, senão tivesse com o meu Xiaomi ,ele seria uma escolha certa..
    E claro estou ansioso pelo Review completo.


  • Apesar de praticamente fabricado no Brasil, inda assim o preço está alto.
    Porém acho que a tendencia é essa: elevação dos valores

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