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Android vs iOS: quão diferente é o gerenciamento da RAM?

Existem sim diferenças entre o Android e o iOS, mas nem por isso um sistema operacional é necessariamente melhor ou pior do que o outro. Por outro lado, preferências existem, e para melhor embasa-las é preciso conhecimento. Se você acha que as fabricantes que usam Android oferecem mais capacidade de RAM porque o sistema operacional demanda mais memória do que o iOS, hoje você poderá rever este conceito.

Enquanto os Google Pixel XL, Samsung Galaxy S7Asus Zenfone 3 chegam ao mercado nas variantes com 4GB de memória RAM, o iPhone 7 foi lançado em outubro com 2GB de RAM (3GB no iPhone 7 Plus). Isso faz qualquer pessoa questionar como smartphones de mesmo preço ou até superior podem entregar praticamente a mesma performance tendo características de hardware tão distintas. Isso, aliás, também corrobora para a ideia de que o iOS seja uma plataforma mais otimizada do que o Android. Contudo, a história não se conta bem assim.

O que é memória RAM?

Antes de prosseguir, primeiro é preciso definir o que é memória RAM e como ela funciona. A memória RAM (Random Access Memory/ Memória de Acesso Aleatório) é um tipo de tecnologia que permite o acesso aos arquivos armazenados no seu computador ou smartphone. Ao contrário da memória do HD, a RAM não armazena conteúdo de forma permanente. Contudo, essa é responsável pela leitura de conteúdos quando estes forem requisitados pelo sistema. Logo, quanto maior for a memória RAM, maior será a sua capacidade de trabalho, não necessariamente velocidade.

Em smartphones, por se tratarem de dispositivos com tamanho limitado, temos uma pequena diferença de uso da RAM em comparação a que fazemos em um computador. Porém, o objetivo final é praticamente o mesmo: entregar ao processador instruções e dados para serem processados, reduzindo o tempo de espera para carregá-los e permitir que possamos passar de um aplicativo para outro de forma rápida e eficiente.

Por fim, a memória RAM não pode ser confundida com a capacidade de armazenamento de um smartphone. O armazenamento interno ou externo será sempre maior do que a RAM, algo como 16, 32, 64 e 128GB. Nos tempos atuais, um smartphone como o Zenfone 3 Deluxe pode vir com até 6GB de RAM embarcados.

Android vs iOS: quão diferente é o gerenciamento da RAM?

Para tornar o entendimento sobre como se dá o gerenciamento da RAM no Android, vou usar a explicação do editor Gary Sims (vídeo aqui), do canal Android Authority. Em recente vídeo, Gary usou um Nexus 5X (2GB de RAM + versão mais recente da plataforma Android) e um iPhone 7 (2GB de RAM + versão mais recente do iOS), para mostrar as semelhanças e as diferenças entre o processo de gerenciamento do RAM em cada um desses sistemas operacionais.

O primeiro fato encontrado é que ao reiniciar ambos os aparelhos, o iPhone 7 usou mais RAM do que o Nexus 5X. Isso, na prática, desmente a prerrogativas de que "o Android usa mais memória que o iOS". Mas para entender melhor o que isso significa, preciso elaborar o que é "RAM livre".

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A RAM livre em si é muito pequena, o que realmente importa é a RAM disponível / © Android Authority

O que significa RAM livre?

De acordo com Gary, no passado, computadores possuíam uma porção da RAM apenas para o sistema operacional e outra apenas para executar programas e seus dados. Hoje, a coisa ficou mais complexa devido aos recursos de multitarefas e à memória virtual. Essa última, permite que cada programa (aplicativo) possam rodar em seu próprio espaço virtual. No caso de Android ou do iOS, também temos parte da memória dada ao sistema e outra que se divide para uso de cada aplicativo. Logo, qualquer RAM que não estiver em uso, é dita livre.

Entretanto, RAM livre não significa eficiência, pelo contrário. Assim, um bom sistema operacional não possui RAM livre, mas RAM disponível, pois sabe gerenciar o uso desta para armazenamento de cache, por exemplo, o que faz com que quando você reutilize um aplicativo, este abre rapidamente, da tela em que você o deixou pela última vez. Isso não significa que não se tenha memória livre, ela só será realmente quase insignificante, visto que o sistema vai usar a RAM para realocar dados o tempo todo. E essa eficiência é vista tanto no iOS quanto no Android.

Voltando para a comparação entre o uso da RAM no Android e no iOS, depois de reiniciados, o iPhone 7 oferecia 730MB de memória disponível, enquanto o Nexus 5X ainda tinha 840MB dos 2GB.

Android vs iOS: uso da RAM rodando os mesmos aplicativos

Outro teste pretendeu mostrar o comportamento da RAM quando os mesmos aplicativos eram executados pelos dois sistemas. Olhando para o resultado, a diferença de maior uso da RAM pelos apps desenvolvidos para Android existe, mas não justifica, por exemplo, a disparidade tão grande entre a quantidade de RAM do iPhone 7 e do Zenfone 3 Deluxe, que chega até 4GB de diferença.

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iOS vs Android: uso da RAM rodando os mesmos aplicativos (quanto menor, melhor) / © Android Authority

Aqui, no entanto, é importante ressaltar que aplicativos desenvolvidos para iOS possuem metade do tamanho daqueles para Android. Contudo, a forma como a Google e a Apple lidam com aplicativos, desde como são feitos até o comportamento em segundo plano, deixam isso tudo muito mais complexo do que usar ou não mais RAM.

Por exemplo, no Android os aplicativos são mais livres, ou seja, quando em segundo plano podem acessar serviços ou realizar pós-processamento, o que por um lado é bom e ao mesmo tempo ruim para o usuário, visto que é este que terá que analisar se o aplicativo prejudica mais do que ajuda estando instalado no aparelho. Já a Apple possui uma política mais controladora neste sentido, podendo dar a chance do app fazer algo ou não quando roda em segundo plano.

E tudo isso me leva ao último fato verificado pelo editor do Android Authority:

Android vs iOS: duas tecnologias eficientes de gerenciamento da RAM

Basicamente, o uso e gerenciamento da RAM em ambos os sistemas operacionais é muito parecido e eficiente, com uma diferença significativa na forma como cada plataforma opta por trabalhar os aplicativos em segundo plano. Em uma análise ainda mais aprofundada, é possível verificar como estas duas experiências se diferenciam entre si.

Enquanto o sistema operacional Android (com base no Linux) opta por terminar um aplicativo em segundo plano quando a memória disponível chega ao seu limite para liberar espaço para um novo app, o iOS consegue comprimir um número maior de dados dos aplicativos rodando no background em comparação com o Android no nível do sistema e acaba por conseguir oferecer o carregamento de mais aplicativos até ter que terminar com estes.

Não vou entrar nos detalhes técnicos deste processo, mas vou usar o mesmo exemplo de Gary para identificar como o Android continua abrindo um aplicativo na mesma tela mesmo este tendo sido terminado: se o navegador é fechado, quando ativado novamente estaremos olhando para a mesma tela de antes, pois o sistema salvou a url, mas não teremos uma cópia da página salva. Isso acontece por que o Android possui um mecanismo que envia um aviso ao aplicativo em segundo plano para salvar o mais importante, pois a RAM está sob estresse e o app será terminado. Logo, este app pode manter apenas o que é extremamente importante e carregar essa "imagem" no futuro.

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Esquema mostrando o término de um app em segundo plano sob estresse de RAM / © Android Authority

Desta forma, a Google e as demais fabricantes optaram por adicionar mais memória RAM aos seus dispositivos como uma alternativa para manter os processos rodando de forma eficiente, sem ter que terminar processos com frequência. E se olharmos para o mercado de smartphones Android, podemos dizer que isso tem dado certo. Já a Apple possui uma solução voltada para o comportamento do software, ou seja, menos hardware dependente. Ambas usam maneiras diferentes e inteligentes de lidar com a mesma limitação.

Sinceramente, poucas vezes tive problemas com o gerenciamento de RAM nos meus dispositivos, contudo é claro que para se ter mais RAM em um aparelho, este se torna mais caro, com boas excessões como o Quantum Fly, o Zenfone 3 e o LG G4, por exemplo.

Para conferir o vídeo de Gary Sims com a explicação completa sobre este tema, clique aqui. O vídeo está em inglês, mas você pode facilmente ativar o recurso de legendas em português no Youtube. Divirta-se!

E aí, qual das soluções faz mais sentido dentro da sua experiência de usuário?

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Os comentários favoritos dos leitores

  • Bill Machinne há 9 meses

    É tão rápido quanto o IOS, quando sai do iPhone e fui para a linha Nexus não senti diferença na fluidez, mas senti a diferença na liberdade que vc tem, afinal você passa a ser dono do seu smartphone e não prisioneiro.

  • Claudio R. há 9 meses

    Excelente matéria!
    Continuarei usando Android...

  •   75
    Sidney há 9 meses

    Resumindo o que sempre digo aos amigos que perguntam a diferença entre iOS e Android: O iOS funciona melhor porque não te deixa trabalhar livremente, e por isso necessita de menos RAM. Ele escolhe o que você pode e o que não pode fazer. O Android é livre e você pode pagar um preço por isso. Eu sempre recomendo o iOS para aquelas pessoas que vão somente consumir conteúdo e o Android para aquelas mais exigentes e que gostam de mexer no aparelho.
    Assim como a Camila, eu nunca tive problema com RAM.

  • Vinicius Guerra há 9 meses

    Isso mesmo Claudio, o mais importante é usarmos aquele sistema que nos atende bem e sem as '' amarras ''.

    IOS pode ser muito bom, mas na hora de precisar passar um arquivo para um outro aparelho, no caso Android, ai é impossível.

    Em termos de fluidez sistêmica, não vejo mais nenhum abismo como existia a alguns anos atrás, o Android, '' nosso ''robô verde, segue livre e soberano!

  • Vinicius Guerra há 9 meses

    Cada sistema gerencia o uso de memória, mas mesmo assim não é nenhum demérito no Android, mesmo os que tem pouca memória, funcionam bem. Só acho um certo exagero aparelhos com 6 GB de ram, sendo que ainda não é necessário, pois só serve como '' novidade '' para encarecer o produto final.

    Hoje um bom modelo, seja com 2,3 e 4 GB de memória dão conta muito bem do recado, claro, se quiser rodar muitos aplicativos ao mesmo tempo, ai requer mais memória, mas para a grande maioria das pessoas, não precisa disso. Só se você quiser um uso mais intenso, profissional.

    Um bom gerenciamento de memória, otimização é interessante, afim de zelar também pelo agilidade do sistema, se não daqui a pouco teremos empresas querendo adicionar mais memória sem muita necessidade.

105 Comentários

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  • Escolhi o Android por causa do custo-benefício. Aplicativos básicos (vide Twitter e Facebook) têm um desempenho melhor no IOS, o visual padronizado dele também me agrada bastante. Cansei de customizações. Caso um iPhone 7 custasse o mesmo que um Oneplus 3T, não hesitaria em escolher o primeiro.


  • Android com processador Hélio. Custa um quarto do iPhone e não deve em nada.


  • Apesar de saber o quão melhor é , não só o gerenciamento da RAM, mas a otimização do sistema ao hardware disponível nos aparelhos da maçãzinha, prefiro o Android, pois a liberdade que tenho neste sistema faz com que eu possa "tunar" meu aparelho (atualmente um Moto G LTE - xt1040 peregrine rodando CyanogenMod 14.1 nightly - nenhum bug notado). Este aspecto negativo do gerenciamento da RAM pode ser melhorado, sabendo a configuração correta (e claro, ter aparelho rooteado).
    Antes deste Moto G eu tive um Galaxy Y (GT-S6102B - processador single-core 832 MHz, 290 MB de RAM e 170 MB de armazenamento), com overclock a 1.1 GHZ, swap para 512 de RAM e armazenamento interno de 4 GB. Antes ainda tive um LG L1 II (e410f - processador single-core 1 GHz, 512 MB de RAM e 4 GB de armazenamento), com overclock a 1.5 GHZ, swap para 768 de RAM e armazenamento interno de 8 GB) .
    É possivel "rootear" os iPhones (jailbreak), mas ainda assim prefiro infinitamente o Android, por ser um sistema aberto a quaisquer modificações desejadas/necessárias, nos tornando donos dos nossos smartphones, ao contrário da Apple, que nos entrega o aparelho, que continua sendo deles.
    Estou pensando em fazer overclock (Snapdragon 400 Cortex A7 quad-core 1.2 GHz para 1.5 GHz, swap de 1 GB RAM para 1.5 GB e aumentar o armazenamento interno para 32 GB).
    Para fazer tudo isso, claro que preciso ter rooteado o aparelho, coisa que fiz no segundo dia de uso hehehehehehehe.


    • Só uma dica: Overclock só estressa o dispositivo e diminui sua vida útil, além disso a diferença de desempenho é imperceptível, a não ser que seja um Overclock extremamente agressivo! Estou citando isto baseado em minhas experiências e em vários Artigos que li no Tom's Hardware (nem preciso comentar a autoridade que esse Site tem quando se fala em Overclock), no Guru3D (outro Site especializado em Overclock) e no How-To Geek! Agora se você é um Entusiasta com muita grana para se arriscar e gosta muito de comprar outros dispositivos que surgem no mercado (um Geek), aí a história é bem diferente e lhe dou meus parabéns!


      • Cara, quando se trata de aparelhos com baixas frequências, a diferença é perceptível. Não sei se apenas 300 MHz farão diferença no Moto G, mas no SGYD fez, e muita, mas tratava-se de um single-core. Rodando o aplicativo oficial do Facebook, o aparelho travava menos que o L1 nas configurações default.
        Justamente por não ter dinheiro pra desperdiçar em aparelhos frequentemente não faço overclocks agressivos, mas desde que me dêem um desempenho considerável, não vejo problemas. Não sou engenheiro de hardware, mas sou da área da tecnologia da informação e sei os riscos que corro, mas, muitas vezes, é preciso recorrer a estes artifícios para que possamos utilizar as ferramentas que temos em mãos.


      • Gostei do "Cara"! rsrsrsrs Ainda bem que você conhece muito bem os riscos de um overclock pois qualquer que seja ele, certamente vai haver maior consumo de energia e desgaste de bateria, além disso o smartphone pode queimar se houver uma alteração nas tensões superior àquelas suportadas pelo dispositivo! No passado, eu já fiz muito Overclock em processadores, memórias e placas de vídeo de PCs! Em smartphones também, mas só naqueles smartphones já ultrapassados! Atualmente, não faço mais porque acredito que seja muito trabalho para pouco desempenho, nem perco mais meu tempo com esse tipo de coisa! Em PCs, já cheguei a fazer rodar um Intel Core i7-920 de 2,66GHz em 4,1GHz, só que há mais de 2 anos que deixei de fazer overclock em qualquer dispositivo que seja!


    • "Este aspecto negativo do gerenciamento da RAM pode ser melhorado, sabendo a configuração correta (e claro, ter aparelho rooteado)." Qual a configuração correta? aehueahe


      • Vai da quantidade de memória disponível no seu aparelho. Algum app tipo Kernel Tuner facilita o trabalho, mas o primeiro passo é ter o aparelho rooteado. Basicamente você estará removendo memória dedicada aos apps em segundo plano para usá-la no aplicativo exibido na tela, passando os apps em segundo plano para o swap.
        Normalmente guardo as configurações em prints, mas deixo no pc em casa. No momento estou no trabalho digitando o último comentário para ir pra faculdade.


  • Definitivamente o iOS está anos luz em relação ao Android. Tanto que a Apple vende muito por causa do sistema operacional.
    A única coisa que sinto falta no iOS é a possibilidade de abrir 2 aplicativos na mesma tela. Isso às vezes me faz falta.
    Por exemplo, assistir a um vídeo no YouTube e ao mesmo tempo redigir um e-mail.


  • Eu como utilizador dos dois sistemas posso dar a minha opinião, ambos os sistemas são muito bons mas diferentes, na questão da fluidez tenho de admitir que o iOS é ligeiramente melhor, quando falamos ao longo do tempo como 6 meses sem fazer reset a ambos os sistemas, noto que no Android ele começa a ficar um pouco mais lento, não que seja muito significante mas fica, no iOS isso não acontece, e uso um Galaxy S6 Edge Plus e um iPhone 6s Plus.

    Quanto à questão da liberdade isso não passa de um mito hoje em dia, com a quantidade de Apps que dão para fazer partilha entre Android e iOS..... o uso do Bluetooth quase ninguém usa isso hoje em dia entre smartohones, o NFC é praticamente nulo seja quem for, ninguém usa isso no dia a dia, nada que o WhatsApp ou outra app do género não resolva o problema de partilhas, liberdade para mudar temas? Isso já enche tanto o saco que já nem altero nada no meu S6 Edge Plus, e perfeiro ficar com o tema standard, isto é um facto que muita gente faz no dia dia, no início existe sempre aquela cruisodade de quer fazer e mexer em tudo, mas com o passar do tempo ( 3 ou 4 anos de uso em Android) não dá para perder tempo a mexer muito na máquina, a única liberdade que ainda não existe sim no iPhone ou iOS, é ter a possibilidade de ter carregamento rápido, e não ter carregamento sem fios, e ainda não ter a qualidade de foto como os topo de gama Android, quanto ao resto quando se tem um iPhone topo de gama na mão, falo pelo menos por mim, ficas com a sensação que tens ali uma coisa para durar e durar a nível de qualidade do aparelho e de sistema operativo, e pela simplicidade que ele nos oferece de fazer as coisas que mais usamos no dia a dia comparado ao Android, são daquelas coisas que são difícieis de entender para muitos principalmente os Haters, são situações que só com a pratica e uso podem chegar as conclusões que exprimi no meu post, adoro os dois sistemas, sou um felizardo por poder usufruir dos dois sistemas em dois bons equipamentos, por isso não sou Hater nem de Android nem de iOS, entendo bem o que eles me tem para oferecer no que preciso diariamente.

    Só vos posso dizer isto, usem o sistema que mais adoram ao vosso belo prazer, ambos oferecem coisas muito boas.


    • Cara, igual a você, não sou hater, mas sou fã do Android. Tenho uns 5 anos de experiência com o sistema e discordo com você no quesito "ficar mexendo". Cara, cada semana estou com uma ROM diferente. Gosto muito de customizar o aparelho, tanto que desenvolvi alguns bashs (arquivos de execução do Linux, assim como os EXE do Windows) para fazerem algumas configurações por mim, como, por exemplo, mover certas pastas para outros caminhos e ajustar algumas configurações de build.prop.


      • Oi, eu não posso discordar contigo por estares todas a semanas a mudar de ROM, se gostas e te da prazer tudo bem, eu também já cheguei a fazer isso algumas vezes, apanhei sustos nos inícios até chegar ao ponto de aprender a fazer tudo correcto, mas hoje em dia já não perco tempo a fazer isso, já não tenho pachorra para isso, e sabes porque, porque isso não fazia nada de mais, e até pelo contrario por vezes até estava a ter vários problemas por andar sempre a inventar, como muitos erros de software bugs, e drenagem de bateria constantes pela má optimização das Roms, cheguei à conclusão que não passava de um desafio as minhas capacidades e nada mais, parei de fazer isso, e se fores fazer uma pesquisa muita gente não sabe fazer isso, e muitos nem querem saber disso para nada como um utilizador comum, e sim perferem a simplicidade das coisas e que funcione bem, tal como eu gosto depois de testar as minhas capacidades no mundo Android.

        Eu prefiro o bom funcionamento do equipamento tal como ele bem de fábrica hoje em dia, tal como digo mais em cima, para mim a liberdade que ainda não se pode ter no iPhone é não poderes ter carregando rápido nos dias de hoje, e carregando sem fio, e ainda não ter a capacidade quando falamos em qualidade da foto quando comparado com um topo de gama Android, quanto ao resto da liberdade podes fazer praticamente tudo o que fazes no Android, é preciso é saber fazer isso no iOS, coisa que muitos falam por mitos e não verdades, repito hoje em dia o mundo iOS não é o mesmo de anos anteriores.


      • Sei que há inúmeros mitos no iOS, mas ainda assim prefiro Android, em suas versões mais próximas de puro (por isso a CM).
        Faço isso, realmente, por prazer, mas gosto de ter meu telefone diferente sempre, outro layout, outros apps.
        Quanto à liberdade do iOS, nunca abri a root do mesmo, mas só de imaginar ter que aprender como é a estrutura de pastas dá preguiça. Já conheço a estrutura do Android e vivo me aventurando nas "pastas proibidas", restritas aos usuários root, descobrindo cada vez mais como se organiza o sistema.
        Em breve espero abrir o source do kernel e compreendê-lo, para que eu possa desenvolver a melhor versão do sistema, mais adaptadas às MINHAS necessidades.


      • Mas tu para teres liberdade no iOS igual ao Android não precisas usar jailbraik, isto quando falamos em ter o Android standard sem root e o iOS sem jailbraik, compreendo que isso seja difícil de compreender para muitos, mas a realidade e os factos no dia a dia para o bom funcionamento do aparelho é essa, repito não sou contra o que gostas de fazer no Android pelo prazer que te dá, também já fui assim a muito tempo atrás.

        Eu não uso jailbraik nem tenciono usar, valeu pela minha experiência no Android com roots, e as dores de cabeça que por vezes tive.


      • As ROMs do CyanogenMod (agora LineageOS), por exemplo, são sempre problemáticas e não é qualquer aplicativo que roda nelas, não é à toa que a cada mês sai uma ROM nova e existem outros Desenvolvedores de Custom ROMs como o Paranoid Android, MIUI etc...


      • Já usei Jailbreak em um jurássico iPhone 5 que tenho, mas dá muito trabalho, apesar de ser um Entusiasta em vários quesitos de TI não uso mais tais artifícios, prefiro mais a praticidade! Já foi embora o tempo em que eu "abria o motor de uma Ferrari para saber porque ela corria tanto"!


  •   77

    Só acho que estão querendo comparar duas coisas completamente diferentes. Cada um age do seu jeito e tem suas vantagens e desvantagens. O povo que usa iOS e participa do AndroidPit pode escrever o que quiser que jamais vai me convencer a sair da minha liberdade para usar um sistema que fala tudo o que você deve fazer.


  • Usei durante 15 meses um LGG3 com apenas 2 de RAM e ele nunca travou. Nunca mesmo.

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