Nós usamos cookies em nossos sites. Informações sobre cookies e sobre como você pode se opor ao uso de cookies a qualquer momento, ou encerrar seu uso, podem ser encontradas em Política de Privacidade.

Concorrente do Moto E6S, Galaxy A01 tem 2 GB de RAM e custa R$ 1.099

Concorrente do Moto E6S, Galaxy A01 tem 2 GB de RAM e custa R$ 1.099

Na última terça-feira (07), a Samsung anunciou oficialmente a chegada do Galaxy A01 ao Brasil. Você deve estar pensando: esse nome não é estranho. E você está certo! O aparelho foi anunciado fora do país em dezembro de 2019 e agora chega ao Brasil com preço "baixo" e hardware modesto.

Confira os principais detalhes do aparelho:

Samsung Galaxy A01: disponibilidade e preço

Disponível em três versões de cores (azul, vermelho e preto), o Galaxy A01 pode ser encontrado a partir dos dias 7 e 11 de abril, com preço sugerido de R$ 1.099,00.

africa pt feature 204033725
Cores Galaxy A01 / © Samsung (divulgação)

Samsung Galaxy A01: tela

O smartphone conta com um display infinito, de 5,7 polegadas, com cantos arredondados, resolução HD+ e também a tecnologia de reconhecimento facial para desbloqueio de tela.

africa pt feature face unlock detects your look to unlock fast 204033711
Reconhecimento facial do Galaxy A01 / © Samsung (divulgação)

Samsung Galaxy A01: câmera

Com câmera fontal de 5MP e Foco Dinâmico (desfoca o fundo e destaca o que está em primeiro plano na imagem). Já na parte traseira temos um sensor principal de 13MP e outro de 2MP, este último para profundidade. De acordo com a Samsung, o aparelho produz imagens nítidas e entrega a opção de usar o Foco Dinâmico mesmo sob luz solar ou pouca luz.

camera
Câmera do Galaxy A01 / © Samsung (divulgação)

Samsung Galaxy A01: ficha técnica

Com processador octa-core, 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento (podendo ser expandida com cartão MicroSD de até 1TB), o Galaxy A01 permite que o usuário tenha uma navegação contínua, sem travamentos na medida do possível. Capacidade de 3,000 mAh, que segundo a marca, garante longas horas de uso sem necessidade de carregamento.

  • Tela: 5,7 polegadas com resolução HD+ (1520 x 720 pixels);
  • Processador octa-core de 2,0 GHz;
  • RAM: 2 GB
  • Armazenamento interno: 32 GB expansíveis via microSD (até 1 TB);
  • Câmera traseira: dupla de 13 MP (principal) + 2 MP (profundidade);
  • Câmera frontal: 5 MP;
  • Dimensões: 146,2 x 70,9 x 8,3 mm;
  • Peso: 149 gramas;
  • Bateria: 3.000 mAh;
  • Extras: Reconhecimento facial;
  • Cores disponíveis: azul, preto e vermelho;
  • Sistema operacional: Android 10.

Será que podemos considerar como "o sucessor" do A10 ou um forte concorrente do Moto E6s?

ÚLTIMOS ARTIGOS

Artigos recomendados

Os comentários favoritos dos leitores

12 Comentários

Escreva um comentário:
Todas as mudanças foram salvas. Não há rascunhos salvos no seu aparelho.
Escreva um comentário:
Todas as mudanças foram salvas. Não há rascunhos salvos no seu aparelho.

  • Não é um sucessor do Galaxy J5 Pro, mas para um telefone do mesmo tamanho, ele é a única opção atual da Samsung a ser considerada no Brasil (embora lá fora, o Galaxy A20e e o Galaxy A40 façam um trabalho melhor nesse sentido).
    Pra quem ainda está em um Galaxy J2 Prime, Galaxy J2 Pro ou Galaxy J2 Core, nesse quesito, talvez seja uma opção a ser avaliada.


  • Good post!!


  • 1099 reais....
    Eu compro um Xiaomi Mi 8 usado, com aquele monstruoso snapdragon 845 + 6gb de ram! Sério. Não da pra respeitar uma pessoa que paga mais de 500 reais em um celular com apenas 2gb de ram em pleno 2020!


  • Mais uma voadora da Samsung nos clientes que agora são "de entrada"


  • Paga-se o nome, a marca, não o produto...


  • O mercado de "celulares básicos", com hardware despojados, acaba destoando para marcas que disputam outras faixas de público, não adianta ficar atirando pra todo lado e não focar numa faixa específica de público. Aparelhos de entrada tem uma forte presença da Xiaomi, e não adianta empresas como a Samsung querer beliscar alguma fatia. A Xiaomi só não dominou "ainda" o mercado de celulares no Brasil diante da explosão do dólar. Mas isso mais cedo ou mais tarde vai ter uma reviravolta. E qualquer outra marca não conseguirá concorrer com ela.


    • Considerando o portfólio da Xiaomi, conclui-se que o foco dela está longe de ser o mercado de entrada, já que o Redmi Go ainda não ganhou um sucessor (se é que terá um, o que é improvável), e não foi exatamente um sucesso.
      No mercado de intermediários (que inclui os aparelhos que você considera como de entrada, mas que não são ou não foram concebidos necessariamente com esse objetivo), ela já teve dias melhores, uma vez que o mercado cinza já a favoreceu mais, e o mercado oficial não está nem perto de favorecê-la.
      Ou seja, já foi um grande feito ela conseguir ultrapassar LG, Asus e as BRs, mas dominar o mercado ainda é muita pretensão, sendo que ela não está exatamente perto de alcançar a Motorola em vendas, muito menos a Samsung, que vende o dobro de aparelhos que a Motorola.
      Enquanto a Xiaomi não conquistar o leigo (leigo, mesmo), o terceiro lugar é o máximo que ela vai alcançar, mesmo.


  • Muito dinheiro para pouco hardware , não vale mais de 500 reais.


  • Acho uma falta de respeito um celular tão desprezível custar mais de 500 Reais.

Escreva um comentário:
Todas as mudanças foram salvas. Não há rascunhos salvos no seu aparelho.