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Esquenta: Xiaomi diz que vai "recomeçar" no Brasil pelas redes sociais
Xiaomi Pocophone F1 Xiaomi 3 min para ler 18 Comentários

Esquenta: Xiaomi diz que vai "recomeçar" no Brasil pelas redes sociais

Após reativar os perfis brasileiros em redes sociais, a Xiaomi Brasil começou um movimento para "esquentar" a marca na mente do público e movimentar seus "Mi Fãs". A empresa postou recentemente um vídeo institucional, legendado em português, onde reafirma sua missão: tornar a vida de seus consumidores mais intelligente e mais simples. 

Além disso, uma enquete busca responder à pergunta "O que é Xiaomi para você?" (com a opção "Alta Qualidade" vencendo, com 64% dos mais de 1.800 votos). A empresa também incentivou os consumidores a compartilhar quais de seus produtos estão usando. Nas respostas, além dos smartphones, muitos indicaram os smartwatches Amazfit, as pulseiras de fitness Mi Band e a set-top-box Mi Box 3.

Curiosamente, uma das opções na enquete era "mais do que smartphones". Será que outras categorias de produtos estão a caminho do país? Vale lembrar que na China a Xiaomi produz de tudo um pouco, de panelas de arroz a patinetes elétricos.

Perfis reativados

A marca retomou as atividades em suas páginas oficiais no Twitter e Facebook em 26 de Março, sinalizando mais um passo para seu retorno ao mercado nacional em parceria com a DL.

Em seu perfil no Twitter, a empresa pergunta aos fãs como estão, e os convida a seguir a página da marca no Facebook, que recentemente ganhou um novo visual. O último post da empresa no Twitter havia sido em 15 de Abril de 2016, quando o Redmi 2 ainda era comercializado no Brasil.

Quem mandou o perfil da Mi Brasil “acordar” foi o perfil internacional da empresa (@xiaomi), que respondeu às perguntas de um fã dizendo “@MiBrasil Wake up! Wake up! Mi Fans are waiting!” (@MiBrasil, Acorde! Acorde! Os Mi Fãs estão esperando!)

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Pocophone F1 (acima) e Redmi Note 6 Pro são os primeiro produtos da Xiaomi no retorno ao Brasil / © AndroidPIT by Irina Efremova

Retorno é oficial, mas os preços são altos

A Xiaomi confirmou sua saída do mercado nacional em Maio de 2016, cerca de 1 ano após sua chegada, feita com muito barulho. O retorno ao país foi confirmado em fevereiro deste ano, através de uma parceria com a empresa mineira DL.

Inicialmente serão comercializados os modelos Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro. Entretanto os preços nacionais, R$ 3.099 e R$ 1.999, assustaram os fãs da marca, que é conhecida internacionalmente por produtos com especificações avançadas por um preço baixo em suas categorias.

E você, está confiante no retorno da Xiaomi ao Brasil? Deixe sua opinião nos comentários.
 

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18 Comentários

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Todas as mudanças foram salvas. Não há rascunhos salvos no seu aparelho.

  • Funcionou pra presidência, com ctz vai funcionar pra Xiaomi tbm, ja que pelo menos ela eu quero pro Brasil.❤️


  • Eu já escrevi aqui e repito, as pessoas deveriam considerar a compra de smartphones seminovos, dependendo do estado do aparelho, se for uma pessoa de confiança, vale muito a pena a compra, do que um novo pagando uma fortuna. Eu mesmo comprei meu iPhone SE de 128 GB com 6 meses de uso de uma amiga por R$1,400,00. Sendo que o aparelho era pouco usado, portanto foi um belo negócio. Não entendo essa obsessão de um grande público de pagar fortunas por aparelhos que não valem o que custam.

    Eu mesmo sou empresário, sei que a carga tributária é alta para pessoa física e jurídica, mas o lucro das empresas acabam sendo muito altos. Tem empresa, praticando margem superior a 100% de lucro. O consumidor não pode ser bobo, se ele aceita pagar esses preços, isso dá margem para elas cobrarem o preço que for, sejamos inteligentes, vamos aprender a valorizar o suado dinheiro. Lembre-se, ele não dá em árvore.

    Se você possui um bom smartphone, avalie, reconsidere a compra, caso realmente queira, fique com ele durante um bom tempo, aprenda a fazer bons negócios, invista em algo para futuramente dar um retorno. Educação financeira é algo sério, o brasileiro deveria ser mais criterioso com suas compras, por isso vive endividado.

    Receita básica, se já tem um bom produto, não compre outro, assim está rasgando dinheiro, ao invés de investir em outras coisas. Guarde dinheiro, poupe, compre se houver necessidade, exija do comerciante desconto, pois como já informei, todo produto, invariavelmente tem um lucro bem generoso para o comerciante. Tenho certeza, se seguirem essas regras básicas, ninguém fica apertado.

    Se eu não tenho dinheiro, por que irei fazer dívida? Pensem nisso!


  • QUEREMOS TABLETS! QUEREMOS TABLETS! QUEREMOS TABLETS!


  • Tudo vai depender da política de preços, se quiser conquistar novos consumidores, terá que abdicar de lucros, em detrimento de conquistar novos clientes.


  • Adiei a compra do Note 7 e vou esperar até maio pro lançamento oficial do P30 lite.


  • Estou com celular Redmi note 6 Pro novinho com display quebrado.. celular é perfeito, porém muito dificil assistência.


  • Só um adendo pra quem esquece:
    1 - Pessoa física paga 200 reais de imposto, as vezes nem paga, mas o normal é tu pagar aqueles 60% + outros impostos.
    2 - Pessoa Jurídica paga imposto certo, ou seja ele vai pagar os 60%+ impostos por importação, pois ele é pessoa jurídica e os impostos não são "amenizados" como para pessoa física.
    Tem:
    Num calculo simples do site promobit

    "Qual a alíquota do imposto de importação?
    A alíquota do imposto de importação é de 60% do valor do produto acrescido de frete e seguro, conforme dispõe a Portaria MF 156/99 em seu artigo 1º. O valor da tributação não pode ser maior que 60% do valor, nem ultrapassar US$ 3.000,00.

    Mesmo que convertidas para reais pela operadora do cartão de crédito ou pelo sistema que gera o boleto bancário, as compras feitas no exterior são em dólar, então é necessário somar o valor original do produto + frete + seguro, converter para reais e então aplicar o imposto.

    Exemplificando: um celular que custa US$ 300 e tenha mais US$ 40 de frete e US$ 10 de seguro = US$ 350. Utilizando a cotação de R$ 3,50, convertemos o preço e chegamos ao valor de R$ 1.225. Esse produto deverá ser tributado em até R$ 735 (60% do valor), totalizando R$ 1.960 (valor do produto R$ 1.225 + taxa de importação R$ 735)."

    Ai partimos para outros impostos
    - ICMS é de 17%
    - Taxa dos correios


    www tributado net/ Para calcular o valor dos impostos de acordo com seu estado.

    Eu não estou defendendo o preço da DL, mas como PJ esses impostos dificilmente você consegue se esquivar como consegue quando como pessoa física. Na nossa concepção é barato pq quase sempre você não paga o imposto obrigatório, justamente pq eles não tem fiscal suficiente para tal, mas isso se deve pq as importações PJ são maiores e mais robustas então vale mais a pena taxar PJ do que PF.


  • uma marca quê faz tanto sucesso no Brasil, já era para estar instalada aqui faz tempo, gerando emprego e agitando o mercado de celular, sei que não é culpa deles, como sempre, a culpa é do nosso governo


  • Acho que a única forma que a Xiaomi tem de competir no mercado é se começasse a fabricar seus produtos no Brasil. Como isso não acontecerá num primeiro momento, creio eu, os preços estarão lá em cima e a galera mais entendida continuará importando os produtos.


  • Irei continuar importando .


  • Será que irão dar suporte para aparelhos comprados no exterior?


    • Rafael Rigues
      • Admin
      • Equipe
      há 2 semanas Link para o comentário

      Muito provavelmente não, Eli. Quando uma fabricante vende um aparelho, os custos do suporte estão inclusos no preço. Oferecer suporte a aparelhos comprados no exterior obrigaria a empresa arcar com custos não previstos (difícil saber quantos aparelhos estão no mercado, por exemplo), sem falar na dificuldade em manter e oferecer um estoque de peças para modelos que podem nunca ter sido lançados aqui.


  • Tenho uma frase que sempre uso no que se refere a compras no Brasil: não sou contra a cobrança de impostos, mas não aceito o fato de que em nosso país tupiniquim ao comprar um Smartphone (por exemplo), pagamos o valor de 2 unidades e levamos 1 para casa .
    No exemplo em questão seguem os dados:

    Xiaomi Redmi Note 6 Pro 4 Gb/G4 Gb
    Valor nas lojas da China: sem estoque deste modelo neste momento (só tem o modelo com 32 Gb)
    Venda no Ebay: a partir de EUR 188.0 (R$ 840,00 - frete incluso)
    Amazon USA - a partir de U$ 194.0 (R$ 780,00)
    Valor nas Lojas do Paraguay: a partir de U$195.5 (R$ 778,00)
    Valor nas lojas Brasileiras (que trabalham com "Lojas Parceiras") a partir de R$ 1.148,16
    Valor anunciado pela Xiaomi/DL - R$ 1.999,00 .
    É claro que nas importações de outros países existe a possibilidade de sermos taxados (e os valores dos impostos variam entre os estados) e termos de pagar os R$ 15,00 pela "taxa para agilizar a entrega" cobrada pelos Correios .
    Dependendo do modelo que iremos comprar, até vale a pena pagar a viagem e trazer o "Smartphone legalizado" pois podemos trazer uma unidade para uso pessoal, sem a cobrança de impostos .


  • na Amazon o Redmi note 6 Pro está custando no máximo 1.300 reais a versão de 64/4GB, pagar mais caro só pelo fato de ser vendido oficialmente pela marca é foda, Brasil não é para amadores nao.


  • A julgar pelos preços de venda divulgados, acredito que a Xiaomi terá dificuldades na comercialização dos seus produtos no Brasil . Se ela mesma fizesse a venda direta os valores seriam menores, mas quando existe uma "empresa parceira", esta empresa não trabalhará de graça e ela também precisará ter lucro . Mas por outro lado, se o consumidor comprar com Nota Fiscal, terá suporte do fabricante e de sua rede de assistência técnica . Vamos ver ao longo do tempo o que irá prevalecer, a compra legal no Brasil, a compra de lojas brasileiras que tem "lojas parceiras" (que provavelmente importam de distribuidores no exterior) ou a compra "direta" de sites internacionais .